segunda-feira, 27 de março de 2017

POLÍCIA PRENDE SUSPEITOS DE MATAREM JOVEM EM VENTUROSA

As informações são do blog Tribuna do Moxotó, de autoria de Esequias Cardoso.

O crime bárbaro que chocou a cidade de Venturosa, o assassinato da jovem M.V.S.M de apenas 14 anos pode ter sido elucidado pela equipe da Polícia Civil em Venturosa e pela 23ª Delegacia de Homicídio, numa resposta rápida à barbárie contra a vida da jovem. As equipes apreenderam os suspeitos desse crime hediondo.

O Tribuna do Moxotó, com exclusividade, conseguiu a foto de um dos acusados, JOSIEL PANTALEÃO DA SILVA, 18 anos de idade, que foi preso na zona rural do município de Caetés. Segundo a polícia civil, o outro acusado é C.D.S.A menor de 16 aos, que também roubou o celular da vítima.

De acordo com o Tribuna do Moxotó, ambos deverão ser autuados em flagrante. Para o menor o crime será tratado como ato infracional, já que está sob a tutela do estatuto da Criança e do Adolescente(ECA), já o maior deverá, após ser autuado em flagrante delito, ser encaminhado para o Presídio da cidade.
As fotos podem ser vistas AQUI

JOVEM É ASSASSINADA EM VENTUROSA


MAIS UMA TRISTE NOTÍCIA PARA VENTUROSA. Na manhã desta segunda-feira, 27, a cidade registra a morte da adolescente V.S. de apenas 14 anos de idade. Segundo relatos a jovem teria sido degolada e há suspeitas de crime passional. O corpo foi encontrado nas mediações da Vila Multirão.

Nas redes sociais amigos já começam a externar sua dor e frustração e enviam mensagens de solidariedade aos familiares.

A jovem engrossa uma triste cifra de violência e morte de mulheres no Brasil. Crimes bárbaros como esse continuam a ocorrer nas mais diversas regiões do nosso país e vitimar mulheres de todas as classes sociais. É preciso cobrar de nossas autoridades ações que combatam essa dura realidade, mas mais urgente é cobrar de nossa sociedade um mudança de postura.

O POST SERÁ ATUALIZADO ASSIM QUE NOVOS DETALHES FOREM DIVULGADOS

domingo, 26 de março de 2017

OS MOVIMENTOS EM DEFESA DE TEMER, DOS ABUSOS DE AUTORIDADE E PELA REFORMA DA PREVIDÊNCIA FRACASSARAM. ESTARÁ A POPULAÇÃO BRASILEIRA ACORDANDO PARA A REALIDADE?

A pauta populista dos movimentos que levaram o presidente (ilegítimo) Michel Temer ao poder não conseguiu lotar as ruas. O MBL e o Vem pra Rua convocaram os brasileiros a defenderem a operação Lava jato, a pedir o fim do foro privilegiado e entre outras coisas, o fim dos privilégios para funcionários públicos (leia-se apoio a Reforma da Previdência). 

Como de costume a rede Globo preparou-se para cobrir os protestos de apoio a Michel Temer em tempo real, mas o fiasco foi retumbante.

No Rio de Janeiro se esperavam cem mil, a polícia se recusou a calcular a quantidade de manifestantes. Em Brasília estiveram menos de 700 participantes, em São Paulo, berço desses movimentos, o número foi maior, mas mesmo assim bem menor que o esperado.

O que levou ao declínio das manifestações populistas de direita?

Provavelmente as primeiras faturas que o brasileiro está sendo obrigado a pagar.

A corrupção escancarada do governo Temer. Ministros citados na Lava jato, a proteção por parte do governo aos envolvidos e a recessão econômica.

As medidas amargas que Temer disse que tomaria se revelaram amargas apenas para os pobres que estão sendo ameaçados de trabalhar até a hora de sua morte.

Os trabalhadores rurais do nordeste, por exemplo, serão condenados a regimes análogos a escravidão, miséria e morte por exaustão caso a reforma passe como está.

Ficou claro que o compromisso desse governo (ilegítimo e corrupto) é com os seus financiadores, que a regra que vale é a do toma lá, dá cá.

Outra coisa que tem ficado evidente é a perseguição política a Lula por parte do juiz Sérgio Moro a Lula. A partidarização da operação e a proteção a determinados setores e políticos ficou escancarada.
Moro não é mais unanimidade, o rei está nu.

O povo começa a se mobilizar para defender os direitos que Temer (o ilegítimo) pretende retirar.
Talvez ainda haja esperança para nossa amada pátria, mas ela não repousa nos populistas de direita ou de esquerda.

Ela nasce da mobilização do povo que sem medo cobra os seus direitos.

Talvez o país esteja acordando.

Sem MBL, Vem Pra Rua, nem pato amarelo.


Na verdade, o povo está justamente em busca de alguém que o defenda de pagar o pato dos outros.

sábado, 25 de março de 2017

O deputado federal André de Paula esteve em Venturosa. O mesmo que votou a favor da terceirização do trabalho.

O deputado federal André de Paula, PSD de Pernambuco, esteve ontem em Venturosa. Em seu perfil oficial na rede social facebook narrou o final de noite agradável que teve em nossa cidade.

Vou esclarecer logo de início que esse post não é motivado pela realidade política-partidária local. Não tenho nada contra o prefeito Eudes e torço sinceramente para que ele faça um bom governo. Torcer por uma mal administração seria torcer contra a cidade e nunca serei da turma do "quanto pior melhor".

Agora, o que o nosso povo deve saber é que o deputado votou a favor da terceirização do trabalho, algo que irá precarizar as relações entre empregado e empregador, ameaçará concursos públicos e poderá tirar direitos dos trabalhadores.

Em média um trabalhador terceirizado ganha 27% a menos que um empregado direto e trabalha 3 horas a mais por semana. Tem dúvidas? Pergunta a um trabalhador terceirizado como é a rotina dele.

A Câmara não tem mais ética. Está aproveitando o momento de crise para triturar nossos direitos. Ressuscitaram uma proposta dos tempos de Fernando Henrique e votaram em tempo recorde para que o povo não pudesse nem piscar.

André de Paula votou contra o trabalhador agora e poderá fazer isso de novo com a Reforma da Previdência. Nós, o povo, não podemos assistir de braços cruzados.

Vamos acessar a página dele: https://www.facebook.com/andredepaulaoficial/

enviar e-mail:
  • dep.andredepaula@camara.leg.br

  • É preciso dizer que não concordamos com a Reforma da Previdência, que não aceitamos perder direitos e que se o deputado votar contra a nossa gente não irá merecer o nosso voto pois não terá condições éticas e morais de nos representar.
    Ou fazemos isso ou vamos amargar pagar uma conta que não é nossa, porque o peso virá quase que exclusivamente nas costas dos mais pobres.
    Isso não tem nada a ver com Verde ou Vermelho nem com as eleições municipais, tem a ver com nossa vida, nossa velhice e nossa dignidade.
    Vamos cobrar do deputado, minha gente. Dele e das pessoas que podem pressioná-lo.

sexta-feira, 24 de março de 2017

CNBB EMITE NOTA CONTRA A REFORMA DA PREVIDÊNCIA


“Ai dos que fazem do direito uma amargura e a justiça jogam no chão”
(Amós 5,7)
Conselho Permanente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil-CNBB, reunido em Brasília-DF, dos dias 21 a 23 de março de 2017, em comunhão e solidariedade pastoral com o povo brasileiro, manifesta apreensão com relação à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 287/2016, de iniciativa do Poder Executivo, que tramita no Congresso Nacional.
O Art. 6º. da Constituição Federal de 1988 estabeleceu que a Previdência seja um Direito Social dos brasileiros e brasileiras. Não é uma concessão governamental ou um privilégio. Os Direitos Sociais no Brasil foram conquistados com intensa participação democrática; qualquer ameaça a eles merece imediato repúdio.
Abrangendo atualmente mais de 2/3 da população economicamente ativa, diante de um aumento da sua faixa etária e da diminuição do ingresso no mercado de trabalho, pode-se dizer que o sistema da Previdência precisa ser avaliado e, se necessário, posteriormente adequado à Seguridade Social.
Os números do Governo Federal que apresentam um déficit previdenciário são diversos dos números apresentados por outras instituições, inclusive ligadas ao próprio governo. Não é possível encaminhar solução de assunto tão complexo com informações inseguras, desencontradas e contraditórias. É preciso conhecer a real situação da Previdência Social no Brasil. Iniciativas que visem ao conhecimento dessa realidade devem ser valorizadas e adotadas, particularmente pelo Congresso Nacional, com o total envolvimento da sociedade.
O sistema da Previdência Social possui uma intrínseca matriz ética. Ele é criado para a proteção social de pessoas que, por vários motivos, ficam expostas à vulnerabilidade social (idade, enfermidades, acidentes, maternidade...), particularmente as mais pobres. Nenhuma solução para equilibrar um possível déficit pode prescindir de valores éticos-sociais e solidários. Na justificativa da PEC 287/2016 não existe nenhuma referência a esses valores, reduzindo a Previdência a uma questão econômica.
Buscando diminuir gastos previdenciários, a PEC 287/2016 “soluciona o problema”, excluindo da proteção social os que têm direito a benefícios. Ao propor uma idade única de 65 anos para homens e mulheres, do campo ou da cidade; ao acabar com a aposentadoria especial para trabalhadores rurais; ao comprometer a assistência aos segurados especiais (indígenas, quilombolas, pescadores...); ao reduzir o valor da pensão para viúvas ou viúvos; ao desvincular o salário mínimo como referência para o pagamento do Benefício de Prestação Continuada (BPC), a PEC 287/2016 escolhe o caminho da exclusão social.
A opção inclusiva que preserva direitos não é considerada na PEC. Faz-se necessário auditar a dívida pública, taxar rendimentos das instituições financeiras, rever a desoneração de exportação de commodities, identificar e cobrar os devedores da Previdência. Essas opções ajudariam a tornar realidade o Fundo de Reserva do Regime da Previdência Social – Emenda Constitucional 20/1998, que poderia provisionar recursos exclusivos para a Previdência.
O debate sobre a Previdência não pode ficar restrito a uma disputa ideológico-partidária, sujeito a influências de grupos dos mais diversos interesses. Quando isso acontece, quem perde sempre é a verdade. O diálogo sincero e fundamentado entre governo e sociedade deve ser buscado até à exaustão.
Às senhoras e aos senhores parlamentares, fazemos nossas as palavras do Papa Francisco: “A vossa difícil tarefa é contribuir a fim de que não faltem as subvenções indispensáveis para a subsistência dos trabalhadores desempregados e das suas famílias. Não falte entre as vossas prioridades uma atenção privilegiada para com o trabalho feminino, assim como a assistência à maternidade que sempre deve tutelar a vida que nasce e quem a serve quotidianamente. Tutelai as mulheres, o trabalho das mulheres! Nunca falte a garantia para a velhice, a enfermidade, os acidentes relacionados com o trabalho. Não falte o direito à aposentadoria, e sublinho: o direito — a aposentadoria é um direito! — porque disto é que se trata.”
Convocamos os cristãos e pessoas de boa vontade, particularmente nossas comunidades, a se mobilizarem ao redor da atual Reforma da Previdência, a fim de buscar o melhor para o nosso povo, principalmente os mais fragilizados.
Na celebração do Ano Mariano Nacional, confiamos o povo brasileiro à intercessão de Nossa Senhora Aparecida. Deus nos abençoe!
Brasília, 23 de março de 2017.
Cardeal Sergio da Rocha
Arcebispo de Brasília
Presidente da CNBB
Dom Murilo S. R. Krieger, SCJ
Arcebispo de São Salvador da Bahia
Vice-Presidente da CNBB
Dom Leonardo Ulrich Steiner, OFM
Bispo Auxiliar de Brasília
Secretário-Geral da CNBB

PELA PRIMEIRA VEZ O BRASIL É RÉU EM CORTE INTERNACIONAL POR VIOLAÇÕES DOS DIREITOS HUMANOS DOS POVOS INDÍGENAS

Do the intercept brasil

PELA PRIMEIRA VEZ, o Brasil é réu em uma corte internacional por violações de direitos humanos de povos indígenas.
Nesta terça-feira (21), o Estado brasileiro, pela primeira vez na história, respondeu por alegações de violação de direitos indígenas à Corte Interamericana de Direitos Humanos, na Cidade de Guatemala. A audiência foi a única de um processo iniciado em 2002, restando apenas a apresentação de novas alegações, por escrito, para que a corte emita sua sentença em cerca 3 meses.
O povo Xukuru passou 300 anos afastado de seu território. Mesmo com a demarcação de suas terras, iniciada em 1989, e a homologação, em 2001, foi apenas em 2003, após um atentado contra seu líder, o cacique Marcos Xukuru, que os indígenas decidiram reagir e retomaram grande parte de seu território.
“É uma situação emblemática do que temos vivido no nosso país. A situação Xukuru é um caso clássico do que acontece com os demais povos [indígenas] … Se nós fossemos depender do Estado brasileiro, já não existia mais nenhum índio”, conta o cacique Marcos em seu relato perante a Corte Interamericana de Direitos Humanos.
Os Xukuru de Pernambuco tiveram violados seus direitos à propriedade coletiva, à proteção judicial e à integridade pessoal durante anos. Agora clamam pela retirada dos latifundiários que permanecem na sua terra e cuja presença tinha causado uma longa história de violência e desapropriação. Caso condenado, o Estado deverá garantir também medidas de reparação, compensações e medidas de garantia de não repetição das violações.
Veja o vídeo:

quinta-feira, 23 de março de 2017

MINISTÉRIO PÚBLICO INSTAURA INQUÉRITO POR OMISSÃO DO GOVERNO DO ESTADO EM RELAÇÃO AO POLICIAMENTO

Foram 977 homicídios apenas nos primeiros dois meses do ano
Foram 977 homicídios apenas nos primeiros dois meses do anoFoto: Paullo Allmeida

O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) instaurou um inquérito civil para apurar o que classifica como omissão do Governo do Estado em manter o efetivo da Polícia Militar (PM) num patamar suficiente para garantir a segurança pública. A investigação, conduzida pelo promotor de Defesa dos Direitos Humanos, Westei Conde, foi motivada, entre outros pontos, pelo aumento da violência, indicado em números como o de homicídios - 977 só nos primeiros dois meses deste ano, segundo a Secretaria de Defesa Social (SDS). 

A situação tem piorado desde dezembro, quando policiais intensificaram a recusa a plantões do Programa de Jornada Extra de Segurança (PJES). As horas extras amenizavam o déficit de PMs nas ruas.

Na portaria que formalizou o inquérito civil, o promotor alega que, apesar de a população de Pernambuco ter crescido em quase um milhão de pessoas ao longo de dez anos (+9,7%), o número de policiais aumentou bem menos (+2,2%). Em 2003, por exemplo, o território tinha 8,3 milhões de habitantes e 18.927 PMs, ou um policial para cada grupo de 443 pessoas. Já em 2013, a população do Estado era de 9,2 milhões, e o efetivo da Polícia Militar, de 19.348 - um policial para 475 habitantes. Na ativa, há 18,8 mil servidores. Baseada na Lei Estadual 12.544/2004, que trata da fixação do efetivo, a Associação de Cabos e Soldados afirma que seriam necessários 26.865 militares na corporação.
“A gente percebe que há um retorno aos números negativos da época em que o Pacto Pela Vida foi implantado. Por isso, vamos tentar entender quais critérios o Estado adota quando se trata da recomposição do efetivo”, diz o promotor Westei Conde, acrescentando que o próximo passo é ouvir representantes da SDS, da Secretaria de Administração e do Comando da PM.

O promotor ainda avalia que o PJES, “na prática, traduz-se como medida paliativa para minimizar o déficit de pessoal” e “complementar remuneração dos policiais militares”. “O programa representa uma precarização das relações de trabalho. Quando passou a haver uma baixa adesão ao PJES, isso, por óbvio, repercutiu no emprego do efetivo”, declarou Conde.

A SDS informou que ainda não foi notificada sobre o inquérito, mas esclareceu que, desde 2015, já foram convocados 1,1 mil aprovados no concurso da PM que estava em vigor, e que, em 2016, foi aberto novo certame para a corporação, que selecionou 1,5 mil pessoas.

POLÍCIA PRENDE SUSPEITOS DE MATAREM JOVEM EM VENTUROSA

As informações são do blog Tribuna do Moxotó, de autoria de Esequias Cardoso. O crime bárbaro que chocou a cidade de Venturosa, o assass...